Desenvolvimento web e a produção de impressos

Digamos que atualmente o mercado gráfico está consolidado. Os clientes já se acostumaram, salvo algumas exceções, a aprovar o layout, alterar o conteúdo e finalizar o material. Eu sei que a realidade não é tão bela assim, mas comparado ao mercado web, em questões de relacionamento com o cliente[bb], o mercado gráfico está anos-luz a frente.

Essa rotina de layout-alteração-finalização que o mercado de web herdou do gráfico deixa muito a desejar pois um site nunca deve ser finalizado. Diferente de um folder ou até mesmo uma apresentação multimídia, um site não possui período ou público específico, um site fica exposto o tempo todo a qualquer pessoa que queira acessá-lo. Com o tempo ele se torna defasado e carente de atualizações que possam interessar àqueles que já o conhecem, com o intuito de fidelizar futuras visitas.

Assim sendo, um material gráfico, em geral, cumpre seu papel ao ser lido pelo receptor. Já um site, tem a necessidade de conquistar o internauta a cada acesso, independente de ser a primeira vez ou não.

É por isso que a adaptação de materiais gráficos para web como forma de desenvolvimento pode ser uma interpretação errônea. Muitas vezes a criação de um novo conceito ou serviço específico para internet torna-se mais vantajoso para a empresa e para o desenvolvedor, pois obtém-se mais acessos e melhores resultados. Isso depende apenas do planejamento[bb] do projeto e da forma como o cliente é atendido.

Update: O título original desse artigo era “Desenvolvimento web além da alteração de materiais gráficos”. Mudei depois que o pessoal do Webinsider incluiu, com o título modificado, um link para o post no Outrolado.

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