“aprender a ler livros de novo” pode ser também uma forma de libertar minha mente destes detritos digitais empapados de dopamina, deste tsunami de informações digitais sem objetivo, algo que teria um benefício duplo: leria livros de novo e recuperaria minha mente.

Insistir na leitura, portanto, seria como uma meditação. Seria como livrar nossa mente das distrações externas e, mais que isso, lutar contra o fluxo da busca incessante de prazer em outras atividades. Claro, há quem fique completamente confortável durante uma leitura longa, não podemos generalizar, mas o que vem acontecendo com as novas tecnologias é que pegar um livro em papel com longos blocos de texto está competindo com estímulos provocados pelos meios digitais.

A questão é, será que o antídoto para tantas distrações e buscas por prazer em pequenas gotas de informação seria uma leitura mais consistente de um livro físico? Será que o livro digital também nos traria essa atenção plena ou se encaixaria no esquema das distrações digitais? A resposta eu não sei, mas por via das dúvidas, deixarei um clássico na minha cabeceira.

Daqui.

Quotes sobre excesso/consumo de informação

Esse é o maior problema de primeiro mundo que existe. ‘Minha caixa de emails está lotada’, ou ‘Não consigo lidar com todas as atualizações de status e tweets’ são enunciados comuns da elite digital. Apesar de reclamarmos sempre disso, a verdade é que a informação não está exigindo que você a consuma. Ela não pode. A informação não é mais autônoma e não tem a habilidade de forçar você a fazer qualquer coisa desde que você esteja ciente de como ela o afeta.

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Quotes sobre o vazio existencial masculino

… uma apatia existencial que se manifesta por meio do famoso “o que vier é lucro”. Uma postura destituída de valores e questionamentos. Ganhar dinheiro, transar, tomar umas com uns amigos e já está bom demais.

… inconfessáveis sentimentos estão aprisionados e o máximo de afetuosidade que pode manifestar acontece em partidas de futebol.

… os amigos tendem a incentivar essa visão de curto prazo. Afinal, estão todos no mesmo barco.

Daqui.

Controle é a resposta. O ansioso tende a tomar todas as providências pensando no amanhã. Sempre antecipando, planejando, adiantando. Tudo para garantir um certo resultado e evitar problemas. Para o ansioso, “largar e não pensar a respeito” soa irresponsável. “Deixar fluir” parece preguiça. É incômoda a sensação de “fazer nada” quando parece que o certo é “fazer tudo”, “correr atrás”, “se matar de trabalhar”.

Daqui.

It’s funny that two days with such opposing spirits come back-to-back in our calendars here in the U.S.: Thanksgiving Day and Black Friday.

One is about being thankful for what you have, and the other is about getting more of what you don’t have. They aren’t aligned at all.

Via: zen habits.

Odeio acordar cedo, odeio segunda, odeio chuva, odeio trabalhar

Essa tirinha do Ryot lembra grande parte dos meus amigos. Vocês já pensaram em simplesmente não reclamar tanto?

Lembro até hoje do dia que realizei que não adiantava reclamar das segundas-feiras. Elas se repetem a cada 7 dias, então é basicamente atrair uma negatividade recorrente.

Não é só uma segunda-feira, vale pra tudo.

A Revolução Delas: um report sobre os novos comportamentos da mulher brasileira

Acabei de cair no link dessa pesquisa através de um tweet da @mariathereza.

Ignorando o ponto “mulher como minoria”, a pesquisa vai além e trabalha o contexto de que  “mulher é o mercado” mostrando mudanças sociais da última década e o quanto nossa percepção referente a elas tende a ser atrasada.

Confira o report completo aqui.

Créditos da foto: Nelson.