mercado digital + sharing economy + húbris

Esse texto do Ibrahim ficou gigante, destaco 3 pontos:

  1. Gig economy – se você gosta de termos, vá atrás desse e faça todas as relações que você vai querer com a geração Y, mas tome cuidado.
  2. A supervalorização do algoritmo – como a gente tende a achar que a tecnologia vai resolver tudo.
  3. Húbris – não obstante todos se acharem especialistas, nos tornamos arrogantes. Achamos que o conhecimento sobre cases de terceiros + tecnologia são o tiro certo pra fazer vingar qualquer negócio.

Agora principalmente o ponto 3(emendado um tico com o 2), pensem em como isso não se resume a economia colaborativa. É o mercado todo pensando assim, quem domina o mínimo de tecnologia tem sido tratado como Deus.

Seria nossa presunção a maior culpada?

Aprenda rápido pra não errar rápido

Estava ouvindo um episódio do The App Guy Podcast e comecei a refletir sobre o conceito de “fail fast”.

Esse termo não cabe porque é ridículo pensar que você precisa errar. Esse termo não cabe porque volta e meia aplicam ele a um contexto de core business, como se falhar fosse sinônimo de falir e desistir.

Falhar, refazer e testar de novo é algo normal em qualquer negócio. No meio digital então? pfff… antes da bolha estourar já faziam isso.

Então o que fazer quando o desafio é tão grande que falhar não é opção? O que fazer quando você já pulou e precisa chegar do outro lado? Quando você aposta todas as fichas, falhar não é uma alternativa.

Nessa hora entra o improviso e a criatividade, é aí que mora a inovação. Você não pode falhar, você precisa antecipar o erro e reagir. Você precisa APRENDER.

É por isso que precisamos de menos ladainhas “fail fast” e mais “learn fast”.

Num mercado tão flexível como o nosso, não é o erro que vai te fazer falhar. É a incapacidade de evoluir.

Uma pira rápida sobre startups, pitches e investidores

Dentro do universo de startups, é comum ouvir o termo “pitch”. Pitch nada mais é do que apresentar seu negócio de maneira rápida mostrando o quanto ele pode ser útil/interessante para o espectador. Pitch é uma apresentação rápida em uma abordagem oportunista.

O objetivo do pitch não é convencer um potencial investidor.

Estava pirando nisso quando acessei essa página do Piccsy voltada pra investidores. Hoje todos sabemos o quanto o papel do investidor pode ser decisivo no futuro de uma startup. Se esse papel é tão importante, porque não ter um mini-apresentação voltada pra esse cara?

Não que isso seja uma regra, mas acho uma abordagem mais válida do que depender de pitches. Uma coisa é apresentar um projeto rapidamente, outra é convencer um investidor.

Créditos da foto: elisisu5.